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No Pain no gain

Estou com tanta preguiça que até para manter esse blog está complicado, aliás nunca fui muito de escrever, nem sei porque quis registrar algo aqui. Bem, eu vim escrever aqui por outro motivo, o caso é que finalmente eu estou conseguindo me aplicar em programação web, mais especificadamente PHP, que é uma linguagem com uma vasta biblioteca na Web, não faltam instruções, referências, exemplos prontos – para só copiar e colar – e tudo funciona perfeitamente bem, você só precisa ter o mínimo do conhecimento para manter esses códigos.
Estou focado num projeto corporativo para contruir um portal de informações e manutenção de uma operação de callcenter.
Eu espero sinceramente continuar com esse projeto pois eu vejo bastante sucesso para mim nesse segmento, e voltar a estudar é bastante relavante.

Enfim, “no pain no gain”.

O bom foi ter vindo aqui escrito e escrito e não ter sido assim tão conclusivo… 😛

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Sobre o seguinte vídeo:

Falando friamente:

– Se você gostou do vídeo é porque concorda, se concorda, você não gosta do Felipe Neto, pare de segui-lo;

– Se você não gostou do vídeo, é porque não concorda, se não concorda, você não gosta do Felipe Neto, pare de segui-lo;

Estou brincando, eu curti o vídeo e entendi o intuito do mesmo, mas o paradoxo está ai!

Ao longo dos anos 90, sempre recebi a informação que ao juntar 1000 lacres de lata de alumínio (aquelas de refrigerante ou suco que dominavam o “recreio” na escola, era raro se beber refrigerante em lata em casa), os mesmos poderiam ser trocados por uma cadeira de roda, muito o diziam e passavam adiante essa informação, dia desses lembrei deste fato à muito esquecido e pensei “cá com meus botões” como poderia isso ser uma verdade? Me fiz algumas questões as quais cito abaixo:

  • Quem receberia os lacres?
  • Onde eram os locais de troca?
  • Serve como valor de troca o volume de 1000 lacres de lata por uma cadeira de roda? (Eu acho que não monta nem a estrutura da cadeira, e nem vale a pena aquecer um forno para derreter essas “pecinhas”)
  • Por que não poderia ser trocada a lata inteira?

lacres latinha

Pesquisando na internet encontrei um link promissor na missão de tentar elucidar as questões supracitadas, e parece que consegui resolver. Como era de se esperar isso era um boato, uma lenda urbana, bem como as existentes hoje na internet, na época esses “hoaxes analógicos” tinham de ser propagados no meio das conversas mesmo.

Segue o link: http://www.sucatas.com/curiosidades.shtml

Evoluímos em tecnologia e nosso poder de comunicação, apenas o tipo de informação é que não evoluiu em alguns casos, não?

FATO

O Fato!
 
O que antecedeu este post foi um fato
foi realizado através de um trato
do que deveria ser descoberto pelo olfato
e que estava ali dentro do prato
 
Aquela aglomeração em verde, parecendo mato
Daquele indivíduo que por pouco não bato
Sem mais nada dizer me volto para o leste e não acato!
 
Sem mais

Mapa do meu Casamento

Mapa para o local do meu casamento:

Exibe esse mapa ai!!!!!

Ai tem vídeo com uma idéia minha para reforçar o que foi postado anteriormente:
 
 
Hipocrisia não!

Entre o que é, e o que não é!

"Não me interessa o que qualquer outra pessoa faz, desde que não me atinja direta ou indiretamente"
 
Quem está antenado com mundo pop "internético", está presenciando o que tem sido comentado, na maioria das vezes de maneira sarcastica sobre a Tessália, a @twittess, o fato é que novamente entramos no efeito de relações e comportamento humano dos casos Geisy ou Cicarelli, e isso tem um nome, é e chamado hipocrisia.


 "vamos nos esconder nas mascaras do puritânismo"

Vou usar um discurso nada inovador, ou revolucionario, mas CUIDEMOS de nossas vidas, sim desta maneira simples assim.
 
Eu estou postando isso por indignação em relação a indignação das pessoas em relação a certos tipos de assuntos, no caso agora eu falo do SEXO. Sexo é bom, todo mundo (ou muita gente) acha, eu acho bom demais, eu faço esse tipo de coisa do meu jeito, no conforto da minha casa sem alarde, beleza, esse sou eu.
 
Se alguém gosta de se exibir, deixa, não dê audiência, eu to falando sobre a Tessália, pois é o "Hit" do momento, eu nunca assisti um nenhum desses reality shows, não conheço a Tessália, não sou seu seguidor, não sabia nem que existia, até a volta do "fenômeno" BBB e a febre em torno dos seus participantes, aliás sou avesso a TV, prefiro meu rádio, minha MP3 e isso é assunto para outro post, é sério, muita gente especula, ela nega que tenha acontecido algo, ela nem deve dar explicação se não quiser, poxa vida.
 
Ela já foi alvejada de críticas desde o ínicio desta história do BBB, foi polêmica desde o ínicio por sair da "Internet", mais especificadamente do Twitter, que esta caindo no gosto Pop bastante desde o meio do ano passado, e ir para um meio completamente da massa.
 
 "Faz Parte"
 
Enfim, isso não tem jeito, vão falar, tirar sarro mesmo, faz parte, eu mesmo vejo essas piadas, mas a exploração disso é exagerada.

Nerdices #001

O Pai da menina que era namorada de um Nerd, chega para tirar satisfação:

– MOLEQUE safado… você corrompeu a minha filha.

No que o Nerd educadamente responde:

– Não Seu Adolfo ela não tem nenhum Bad Block.

FIM!

 

By Lord_Dracon

 

Marte é logo ali!

Quando era pequeno, eu tinha alguns hobbies, um deles era: escrever numa lousa pequena que ficava no corredor principal de casa.
 
Era legal fazer isso, eu desenhava meus personagens preferidos da época, ou castelos, sei lá, tem coisas que não lembro, o que eu lembro mesmo era do "desafio" de descer a rua até a avenida principal comprar giz, afinal de tanto usar ele gastava, era amedontrador me afastar tanto de casa, parecia que me perderia, ou que algo aconteceria que quando eu voltasse estaria tudo diferente, isso talvez por influência de um filme que assisti na época e o qual não me recordo o nome, bobagem total, isso era apenas uns 100 metros nem isso, a minha altura representava 1% disso.
 
 
Bem, os anos se passaram e hoje brinco que um lugar longe mesmo é o planeta Marte, como eu faço para chegar lá?!? Nem é possivel isso hoje, e proporcionalmente qualquer local aqui da Terra é relativamente perto, se quiser chegar no Japão – que em teoria é o outro lado do mundo – eu preciso "apenas" comprar uma passagem e ir para lá, muita gente ri quando eu falo sobre isso, alguns concordam, outros simplesmente meneiam a cabeça demonstrando que botam em cheque minha sanidade, não importa, o que eu sei é que eu espero que um dia a humanidade possa dizer "Marte é logo ali!"

Um final de semana qualquer!

Terça-feira chuvosa, após feriado que prolongou o final de semana, volto a realidade semanal, normal.
 
Com uma mochila na costas e uma caixa para se carregar, pouco se espera e chega o ônibus verde com banco soltos, se dirigindo por uma rodovia sinuosa e estreita deixa o bairro solitário para trás, após um tempo de sofrida locomoção idenfitica-se a leste uma fábrica referência de que aquela etapa no ônibus verde se finda, iniciando-se uma nova em uma rodovia maior.
 
Já na rodovia intermunicipal depara-se com a situação de isolamento e impotencia móvel, já dá para se imaginar caminhando por alguns kilometros para se chegar a algum centro urbano em caso de falta de oferta de transportes. 
 
 
Não é o caso, logo chega o transporte e no que mais se pensa é apenas conseguir uma acomodação confortável para a próxima trajetória, e nem sempre é o que se consegue, outros também dependem do mesmo transporte que você transformado o mesmo em um local de disputa mini-territorial, a caixa que é carregada desde o inicio do trajeto num canto acompanha em sutis movimentos as curvas manobradas, ao poucos as janelas se fecham por mãos frias, uma tempestade começara, e começo a temer pela chegada, a caixa de de papelão comum, como aquelas que se usa normalmente em mudanças, chegando no final deste trajeto, contrariamente ao que se sucede frequentemente o transporte não se esvaziou, aguardo pacientemente sendo o último a sair, saio e me dirijo até a porta da frente buscar meu pequeno frágil fardo de papel.
 
A Transferência de transporte desta vez ocorre em um local onde vários ônibus terminam e/ou iniciam suas novas trajetórias, e que também conta com uma cobertura, que se extende a todos os corredores por onde circulam os transportes e transeuntes, o que alivia bastante a carga da viagem.
 
Chego a meu penúltimo transporte, esse me dirigirá a metrópole, no meio do percurso tudo para, aquela tempestade que a pouco havia nos acometido, deixou suas consequências na rodovia principal, poucos tinham condições ou coragem de transpor aquela barreira aquosa móvel, os que tinham essa capacidade as poucos avançavam por entre os menores que contornavam o caminho por saidas improvisadas ou se aglomeravam em um canto isolado e incolume a vivacidade da barreira móvel, assim agora seria possivel alcançar a metrópole, refaço meu check-list do fundamental:

– Carteira, ok – não chegaria aqui sem ela;
– Celular, ok – um está na bolso da mochila por falta de carga e outro no bolso, o segundo foi emprestado para não me deixar incomunicável;
– Chaves, nãããããããooooooooo!!!!;

 
Fim do checklist, e a chave?!? Não tem problema a chave, está com minha tia, só preciso ligar para ela e saber onde ela está, como ligar se eu estou usando um aparelho celular emprestado que não tem minha agenda? Sem problemas assim que chegar passo na casa, vou caminhando com uma caixa de papelão cheia de baixo de chuva até uma casa que pode ou não ter alguém, perfeito. Bem já que o paradeiro será desconhecido, curtir a viagem é melhor, ver as pessoas fugindo da chuva, os carros parados nos acostamentos, o horizonte chuvoso, aliás o horizonte é algo com baixa visibilidade, eis que o celular toca, é um número desconhecido, já que o aparelho não é meu, ao contatar ouço a voz, é minha tia, ela não está em casa e nem tem horario para voltar, mas a chave está na sua casa, ótimo!
 
 
 
Chego a metrópole, a última tranferência é tranquila, o ponto de parada de um ônibus para a outro exige apenas caminhar por um grande quarteirão, por puro acaso a chuva era apenas história naquele momento, e tinha deixado seu traço apenas no asfalto e nas arvores, que refrescadas, jogavam o excesso d’água para o chão, chego ao outro ponto de ônibus, a espera pelo transporte que me levará até o lar demora uns 5 minutos, ao entrar neste último sinto um alivio maior por estar mais próximo, abrevio este último trajeto pois é irrelevante agora e nada de emocionante ou diferente do usual acontece, logo deixo o ônibus em seu ponto final, desço até minha casa, pego as chaves na casa de minha tia, agora é só abrir a caixa em casa, arrumar todo o conteúdo da caixa que nada mais é que uma porção de utensílios domésticos, que ainda bem estavam inteiros.
 
Que história longa para 5 horas de uma Segunda-feira de Feriado.